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Line Rider
Line Rider, um jogo cativante que ganhou considerável popularidade após seu lançamento em 2007, convida os jogadores a um mundo de criatividade e desafios baseados em física. Originalmente desenvolvido para plataformas móveis Java 2 Micro Edition (J2ME), este jogo inovador rapidamente se tornou um favorito entre aqueles que buscam uma mistura de entretenimento e expressão artística. Com sua premissa simples, porém envolvente, Line Rider permite que os jogadores criem pistas complexas para um trenó digital, resultando em uma experiência hipnotizante que captura a imaginação.
A mecânica principal é incrivelmente direta. Os usuários desenham linhas em uma tela em branco para construir uma pista. Uma vez que a estrutura é estabelecida, os jogadores iniciam seu piloto digital, que viaja ao longo do caminho criado. A física envolvida assume o centro do palco enquanto o trenó desliza, acelera e desce pela paisagem moldada pelo design do jogador. Esse recurso incentiva os indivíduos a experimentar com gravidade e impulso, levando a inúmeras variações. A criação de cada jogador evolui para uma saga digital única, onde equilíbrio e criatividade se unem para passeios emocionantes.
Uma característica marcante de Line Rider é a comunidade que ele fomentou. Jogadores entusiasmados compartilharam suas criações em diversas plataformas, apresentando pistas complexas que muitas vezes se assemelhavam a obras de arte. Esse aspecto de compartilhamento transformou o jogo em um esforço coletivo, com as pessoas trocando dicas e inspiração. O nível de complexidade observado em alguns designs, onde os jogadores incorporavam loops, rampas e saltos, elevou o jogo de um simples passatempo a uma arena competitiva. A internet fervilhava com usuários postando vídeos de corridas impressionantes, impulsionando ainda mais a popularidade do jogo e encorajando outros a desafiar os limites de seus designs.
Além disso, a simplicidade estética de Line Rider contribuiu significativamente para seu charme. Os gráficos minimalistas e o esquema de cores monocromático criaram um ambiente convidativo que não sobrecarregou os jogadores. Esse minimalismo permitiu que a criatividade brilhasse, enfatizando o foco do jogo no conteúdo gerado pelo usuário. Os jogadores se deleitaram com a capacidade de alterar o cenário e navegar perfeitamente por seus designs, enquanto testemunhavam os resultados caóticos, porém encantadores, de seus esforços artísticos.
Em uma era dominada por sistemas de jogos complexos e gráficos elaborados, Line Rider se destacou por sua elegância discreta e jogabilidade envolvente. Seu conceito engenhoso provou que diversão não requer visuais extravagantes. Cada sessão oferecia uma nova oportunidade para inovação, garantindo que os jogadores se encantassem com novas criações repetidamente. O impacto de Line Rider vai além do mero entretenimento, influenciando conceitos de design futuros e inspirando uma geração a pensar fora da caixa em experiências de jogo. Com o passar do tempo, ele inegavelmente conquistou um nicho no universo dos jogos para dispositivos móveis, consolidando seu status como um clássico que continua a ressoar com fãs antigos e novos.
Line Rider 2: Unbound
Line Rider 2: Unbound, lançado em 2008, é um jogo para Windows que pega o conceito clássico de desenhar linhas e o transforma em uma experiência de jogo emocionante e personalizável. Desenvolvido pela inXile Entertainment, esta sequência do popular jogo Line Rider oferece aos jogadores um mundo totalmente novo de possibilidades com gráficos atualizados, interface amigável e várias opções de jogo.
O jogo segue a mesma premissa de seu antecessor, onde os jogadores usam o mouse para desenhar linhas para um personagem chamado Bosh cavalgar. No entanto, Line Rider 2 apresenta um novo personagem, Chaz, que adiciona um elemento de competição ao jogo enquanto tenta sabotar os passeios de Bosh. A adição de Chaz proporciona um toque refrescante à jogabilidade, mantendo os jogadores atentos e adicionando um elemento de desafio.
Uma das atualizações mais notáveis do Line Rider 2 são seus gráficos atualizados. O jogo possui um mundo vibrante e visualmente deslumbrante, com diferentes temas como urbano, aventura e ficção científica. A atenção aos detalhes nos diferentes cenários e paisagens adiciona um elemento envolvente à jogabilidade, tornando-a um deleite para os olhos.
Line Rider 2 também oferece uma variedade de opções de jogo, tornando-o adequado para jogadores de todos os níveis. Para quem é novo no jogo, existe um modo tutorial para ajudá-lo a entender a mecânica básica. À medida que os jogadores progridem, eles podem desbloquear níveis mais desafiadores e até criar suas próprias pistas usando o editor do jogo. O editor permite aos jogadores manipular e adicionar vários elementos, como rampas, loops e obstáculos, tornando suas trilhas tão simples ou complexas quanto desejarem.
Uma das características de destaque do Line Rider 2 é o seu aspecto comunitário. Os jogadores podem compartilhar suas pistas criadas com outras pessoas e competir em desafios online. Este recurso adiciona um novo nível de emoção ao jogo, pois os jogadores podem ver e experimentar pistas criadas por outros jogadores talentosos de todo o mundo.
Além de sua jogabilidade amigável e aspecto comunitário, Line Rider 2 também oferece uma trilha sonora dinâmica para manter os jogadores envolvidos. A música muda de acordo com a velocidade e os movimentos do personagem, fazendo com que cada passeio seja uma experiência única.
The Bard's Tale
O Bardo é um músico cínico e oportunista que percorre o país em busca de prazeres carnais. No entanto, este sujeito impaciente e egoísta é obrigado a aceitar a maior busca da sua vida: salvar a Princesa Caleigh de um culto demoníaco que a raptou. O herói improvável deve agora explorar a terra em busca da princesa, acompanhado pelo omnipresente Narrador, que obviamente não suporta o Bardo e aproveita todas as oportunidades para comentar sarcasticamente as suas acções. Além disso, Fionnaoch, o misterioso raptor da princesa, faz tudo o que pode para deter o Bardo, mandando os seus lacaios atrás dele.
Auto-proclamado 'busca de moedas e clivagem', The Bard's Tale é um RPG de acção que é mais uma tomada caprichosa de RPGs do que um remake da série clássica. No papel do bardo, os jogadores podem combater hordas de inimigos com espada e arco, e convocar os seus companheiros através de canções mágicas do bardo. O nivelamento permite ao jogador aumentar os principais atributos do personagem e investir pontos de especialização nos diferentes tipos de armas que pode utilizar. Os companheiros mágicos devem ser procurados e depois convocados durante as batalhas. Após terem sido convocados, agem mais ou menos como membros do partido controlado pela IA; alguns deles especializam-se em ataques físicos e feitiços ofensivos, enquanto outros podem curar o herói.
Durante as conversas, o jogador pode escolher respostas 'amáveis' ou 'sarcásticas' para o protagonista. Embora na maioria das vezes estas sejam utilizadas para fins humorísticos, algumas destas respostas podem afectar acontecimentos posteriores. O jogo utiliza o motor Dark Alliance e tem uma câmara e um esquema de controlo semelhantes.