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Jogos desenvolvidos por Ivan Yanin

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Checker Connector

Mophun 2003
Checker Connector é um jogo de quebra-cabeça compacto para dispositivos móveis, lançado em 2003 para o runtime Mophun. O jogo coloca os jogadores em um tabuleiro de damas estilizado, onde peças coloridas devem ser conectadas em pares. Cada nível apresenta várias peças coloridas em lados opostos da grade, e o objetivo é criar conexões completas e sem sobreposição para que todos os pares sejam unidos. O conceito é simples de aprender, mas os níveis oferecem uma sequência constante de desafios instigantes para jogar em dispositivos portáteis. A jogabilidade se concentra em traçar caminhos ao longo das linhas ortogonais da grade. O jogador seleciona uma peça colorida e começa a construir um caminho que avança quadrado por quadrado em direção à sua peça correspondente. Um caminho não pode cruzar outro caminho ou passar por quadrados ocupados. Assim que um caminho alcança seu par, o segmento se encaixa e se torna parte do quebra-cabeça completo. O nível é concluído quando todos os pares são conectados, deixando uma rede de rastros brilhantes pelo tabuleiro. A apresentação visual privilegia sprites gráficos em negrito e alto contraste, projetados para telas pequenas. O tabuleiro de xadrez é renderizado com peças nítidas em preto e branco, enquanto os marcadores lembram joias brilhantes. Cada caminho brilha em uma cor distinta para manter as rotas legíveis quando várias conexões são executadas em paralelo. Sombreamento sutil e uma paleta de cores sóbria reduzem a poluição visual, e animações leves adicionam tato: os marcadores vibram ao toque e as conexões concluídas pulsam suavemente. O visual geral enfatiza clareza, legibilidade e uma sensação tátil de feedback interativo. O design de som é econômico e desenvolvido especificamente para dispositivos móveis. Um loop suave proporciona ambiência, enquanto um conjunto conciso de efeitos sonoros marca a seleção, a extensão do caminho e a conexão. Cada movimento gera um pequeno clique ou tom que confirma o posicionamento, e a conclusão do nível aciona um breve toque comemorativo. O áudio permanece discreto mesmo em dispositivos mais modestos, garantindo que os jogadores se mantenham focados na estratégia e no fluxo do jogo, em vez de serem sobrecarregados pelo som. Checker Connector recompensa o planejamento paciente e a visão estratégica. O formato permite sessões curtas e uma curva de dificuldade suave que introduz layouts mais complexos à medida que os jogadores progridem. Um sistema de pontuação simples monitora a eficiência em movimentos e tempo, incentivando soluções concisas sem comprometer a clareza. Desenvolvido para a portabilidade do Mophun, o jogo oferece uma experiência de quebra-cabeça refinada e acessível, ideal para sessões curtas em dispositivos móveis antigos, proporcionando um exercício mental satisfatório em um formato compacto.

Color Lines

Mophun 2004
Color Lines, lançado em 2004 para a plataforma móvel Mophun, apresenta uma experiência de quebra-cabeça compacta, no estilo arcade. Uma grade quadrada fica no centro da tela, preenchida com bolas coloridas que aguardam para serem posicionadas. O objetivo é simples: mover as bolas para formar linhas de cinco ou mais bolas da mesma cor. Quando uma linha é completada, ela desaparece do tabuleiro, abrindo espaço para novas ações. A cada movimento bem-sucedido, novas bolas aparecem na grade, e o ritmo do jogo acelera à medida que o tabuleiro se preenche. Os jogadores interagem por meio de controles de toque, selecionando uma bola e guiando-a por qualquer caminho livre até uma célula vazia. O movimento só é permitido por rotas livres que atravessem células vizinhas, criando uma camada estratégica de busca de caminho a cada turno. Se o destino completar uma linha de cinco ou mais bolas da mesma cor, a linha desaparece, concedendo pontos e potencialmente desencadeando uma reação em cadeia com a eliminação de linhas subsequentes. Após cada movimento, bolas adicionais aparecem, aumentando a pressão e forçando um planejamento cuidadoso para manter espaço de manobra na grade. Os jogadores interagem por meio de controles de toque, selecionando uma bola e guiando-a por qualquer caminho livre até uma célula vazia. Visualmente, Color Lines privilegia uma apresentação limpa e organizada. A grade é renderizada com uma paleta de cores sóbria, enquanto bolas de seis a oito cores distintas proporcionam um contraste vibrante e modular sobre um fundo neutro. Cada bola possui um sombreamento suave que confere uma sensação de profundidade, e as linhas entre as células são nítidas e legíveis mesmo em telas pequenas de dispositivos móveis. A interface do usuário apresenta a pontuação, o espaço restante e uma prévia das bolas que se aproximam em uma faixa compacta, permitindo que o jogador avalie os riscos e planeje com antecedência. O design de áudio segue o minimalismo da época, oferecendo dicas sonoras claras e funcionais que reforçam as ações do jogador. Um clique satisfatório marca a seleção de uma bola, um leve som acompanha seu movimento e um toque claro sinaliza a remoção bem-sucedida de uma linha. Quando uma sequência de bolas é eliminada, o ritmo aumenta com um breve floreio melódico, enfatizando a crescente tensão. A paisagem sonora permanece discreta, garantindo que o feedback de áudio auxilie na concentração sem sobrecarregar os sentidos durante sessões mais longas. Color Lines oferece uma jogabilidade concisa e acessível que recompensa o reconhecimento de padrões e o planejamento antecipado. As sessões tendem a ser breves, tornando o jogo ideal para jogar em qualquer lugar, mas a evolução do tabuleiro incentiva estratégias deliberadas e experimentação. Pontuações altas e recordes pessoais motivam tentativas repetidas, enquanto as regras simples facilitam o jogo para novos jogadores. A progressão constante do jogo — mais bolas, espaço mais restrito e linhas eliminadas com mais frequência — proporciona um ciclo gratificante de risco e recompensa à medida que os jogadores aprimoram sua abordagem e aumentam sua resistência no tabuleiro.

Pexoso

Mophun 2003
Pexoso para a plataforma Mophun apresenta um desafio de combinação rápido e fácil de jogar, baseado na ideia clássica de memorizar o que está por baixo de cada peça. O jogador vê um tabuleiro com cartas ou símbolos cobertos, dispostos em uma grade. Ao selecionar as peças, o personagem revela seu valor; se duas peças expostas forem iguais, elas permanecem fora do tabuleiro. Tentativas falhas revelam brevemente o conteúdo antes de serem cobertas novamente, testando a memória de curto prazo do jogador enquanto ele tenta minimizar o número de erros. A progressão é impulsionada pela eliminação de conjuntos ao longo de uma série de fases. Cada fase utiliza uma disposição maior ou mais complexa que a anterior, frequentemente com símbolos mais densos que reduzem o tempo de tomada de decisão. O sistema de pontuação recompensa a eficiência na eliminação, com pontos vinculados ao número de combinações corretas e ao ritmo geral de conclusão do tabuleiro. Quando o jogador completa a grade, o jogo avança para o próximo desafio; não conseguir gerenciar a quantidade de informações resulta em pontuações mais baixas devido a erros adicionais e prolongamento da partida. A ação na tela se desenrola em um ambiente estilizado, semelhante a um jogo, que enquadra as peças correspondentes como parte de uma "coleção" ou "arquivo" visual. Os símbolos variam de acordo com o nível — desde emblemas geométricos até ícones de personagens divertidos — para que o tabuleiro nunca pareça estático. Uma interface simples mantém a navegação clara: um cursor ou destaque de seleção indica a próxima peça a ser virada, enquanto elementos de status mostram a pontuação atual e os objetivos restantes. Os controles são projetados para toques ou pressionamentos rápidos, permitindo que o jogador tome decisões sem longas animações. Visualmente, Pexoso usa sprites nítidos, com estilo de desenho animado, e contraste legível, adequado para telas pequenas de dispositivos portáteis. As peças eliminadas desaparecem de forma limpa, enquanto os símbolos correspondentes fornecem um breve feedback visual para confirmar o sucesso. Os planos de fundo permanecem levemente detalhados para não competir com a grade de peças, e a apresentação geral prioriza a clareza em vez da ornamentação. O movimento é proposital: as viradas de peças são rápidas e as transições entre as fases enfatizam imediatamente o próximo layout do tabuleiro. O áudio em Pexoso complementa o fluxo do quebra-cabeça com efeitos sonoros curtos e responsivos para viradas de peças, combinações corretas e fases concluídas. A música geralmente toca em loop animado durante o jogo, com um ritmo que incentiva o foco em vez de distrair da leitura do tabuleiro. A combinação de feedback rápido, objetivos claros e configurações de tabuleiro progressivas proporciona uma experiência de jogo centrada na concentração — construindo um ritmo de observação, memorização e risco controlado até que o próximo tabuleiro seja limpo.
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