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Beetle Ju
Beetle Ju, um jogo para Windows de 2003, causou uma impressão duradoura em sua base de usuários de todas as idades. Desenvolvido por Alawar e Neon Studios, o jogo estava à frente de seu tempo ao introduzir um toque clássico na fórmula testada e comprovada de jogos de quebra-cabeça de uma pessoa. Seus principais pontos de venda incluíam seus visuais brilhantes, humor alegre e o desafio sempre presente de navegar na paisagem traiçoeira.
A jogabilidade de Beetle Ju se destaca de seus contemporâneos graças à sua abordagem original. O objetivo é preencher todas as células do nível até o ponto de saída, liberando heróis em forma de bola, conhecidos como 'Ju', para 'sobreviver' a uma série de obstáculos. Cada nível começa com o Ju trancado dentro de uma pedra. Com apenas cinco deles para usar por nível, a solução requer pensamento e estratégia cuidadosos.
Cada Ju enfrenta seu próprio conjunto específico de obstáculos. O Ju destruidor de rochas tem a capacidade de romper formações rochosas para abrir novos caminhos, enquanto o Ju de água pode esmagar blocos de madeira com seu poderoso respingo. Os jogadores devem planejar seus caminhos com cuidado, usando os pontos fortes e fracos do Ju para resolver o quebra-cabeça. A grande variedade de obstáculos de blocos-chave, blocos de teletransporte e campos de força aumentam o desafio e a estratégia.
Beetle Ju mantém seu usuário entretido por meio de sua ação ininterrupta e sua trilha sonora espirituosa. Possui 200 níveis repletos de surpresas e uma variedade de inimigos cujos padrões devem ser cuidadosamente analisados antes de serem enganados. Os níveis variam de quebra-cabeças fáceis de resolver a labirintos aparentemente impossíveis. Acrescente a isso os gráficos coloridos e os jogadores podem desfrutar de uma cena adoravelmente animada.
Beetle Ju é um jogo de habilidade e inteligência que atrai usuários de todas as idades. Seus gráficos brilhantes e jogabilidade variada o tornam uma experiência agradável. Seu valor de repetição é ainda auxiliado pelo fato de que ele testa a habilidade mental e pode ser repetido inúmeras vezes, dando a novos cérebros o estímulo necessário para encontrar novas soluções. Um clássico no gênero de jogos de quebra-cabeça, este jogo do Windows oferece diversão e desafio em igual medida.
Diamond Drop
Diamond Drop chegou ao Windows em 2004 como uma fusão compacta de estratégia de quebra-cabeça e charme casual de jogos de arcade. O título oferecia uma estética vibrante centrada em gemas luminosas e efeitos de gravidade hipnóticos, convidando os jogadores a estudar física como uma forma de jogo. Desenvolvido por um pequeno estúdio com orçamento limitado, o jogo recompensava a paciência e a experimentação mais do que a velocidade bruta. Cada nível apresentava uma grade de pinos e rampas onde diamantes em queda encontravam rotas obscuras em direção a compartimentos seguros. As fases introdutórias apresentavam suavemente as ideias principais e, em seguida, revelavam gradualmente layouts mais complexos que exigiam precisão, previsão e uso inteligente do ambiente.
A mecânica principal gira em torno de guiar pedras preciosas pesadas por uma rede de pinos, rampas e roletes magnéticos. Os jogadores inclinam levemente o campo de jogo para influenciar a trajetória, acionam cascatas ao pressionar interruptores específicos e ajustam o tempo para capturar multiplicadores antes que uma sequência termine. A precisão é importante, pois quedas prematuras desperdiçam tentativas preciosas, enquanto movimentos atrasados levam a colisões desastrosas. Bônus ocultos aparecem como brilhos radiantes que desbloqueiam rotas alternativas, reduzindo a trajetória ou ampliando os compartimentos. Uma curva de dificuldade suave incentiva a experimentação em vez da memorização mecânica, permitindo que mentes curiosas criem rotas que satisfaçam tanto a lógica quanto um lampejo momentâneo de intuição. Isso mantém as sessões online animadas.
Visualmente, o jogo ostenta um brilho retrô reluzente com cortes precisos de gemas e halos suavemente luminosos ao redor dos obstáculos. A paleta de cores privilegia azuis elétricos, rosas vibrantes e tons âmbar quentes que se destacam em fundos escuros, criando uma silhueta legível mesmo em monitores de baixa resolução. O design de som espelha o ritmo do jogo, trocando o som melodioso de fechaduras por cliques nítidos quando um caminho é definido ou um bônus é conquistado. A interface permanece acessível: uma linha de controle compacta, indicadores claros e dicas sutis que guiam os jogadores em direção a rotas eficientes. Apesar dos requisitos de hardware modestos, o jogo mantém uma surpreendente sensação de grandiosidade para os jogadores.
A recepção da crítica na época destacou seu sistema de quebra-cabeças acessível e apresentação impecável como bem-vindas inovações em relação aos grandes lançamentos. Embora nunca tenha ultrapassado os limites do mainstream, Diamond Drop conquistou um nicho fiel entre os jogadores que valorizavam pequenas vitórias e planejamento cuidadoso. A campanha para um jogador oferecia dezenas de fases, um editor de desafios compacto e alguns caminhos secretos que recompensavam a exploração paciente. Fóruns da comunidade forneciam dicas, recordes de pontuação e expansões ocasionais criadas por fãs, mantendo o interesse vivo anos após o lançamento inicial. Em análises retrospectivas, o título é lembrado como um marco que apontava para o design acessível nos anos 2000.