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Aimpoint
Aimpoint, um jogo de tiro tático em primeira pessoa, estreou em 1996, numa época em que a indústria de jogos passava por um renascimento significativo. Emergindo do mundo crescente dos jogos baseados em DOS, ele capturou a imaginação dos jogadores com sua mistura única de estratégia e mecânica baseada em reflexos. O jogo era notável por sua ênfase no realismo e na consciência situacional, características que o diferenciavam de outros títulos de sua época. Um jogador podia se envolver em missões meticulosamente elaboradas, enfrentando adversários em uma variedade de ambientes que desafiavam sua perspicácia tática.
Um dos aspectos mais atraentes do Aimpoint era sua abordagem à dinâmica do jogo. Os jogadores não recebiam apenas um gatilho e a oportunidade de atirar; em vez disso, eles tinham que navegar por vários cenários que exigiam uma compreensão profunda de cobertura, movimento e gerenciamento de recursos. Cada missão apresentava um conjunto único de obstáculos, obrigando os jogadores a adaptar suas estratégias em tempo real. A execução do jogo exigia mais do que apenas velocidade; tratava-se de tomar decisões calculadas sob pressão. Esse nível de engajamento levou a uma conexão mais profunda com a jogabilidade, promovendo uma sensação de investimento no resultado de cada missão.
Os gráficos do Aimpoint, embora limitados pela tecnologia da época, demonstraram uma atenção notável aos detalhes. Os criadores aproveitaram as capacidades do DOS para criar ambientes imersivos, apresentando artisticamente paisagens urbanas e cenários externos cheios de passagens escondidas e pontos de observação de atiradores. Mesmo com a natureza pixelada dos gráficos, os jogadores frequentemente se perdiam no estilo atmosférico do jogo, o que contribuía para uma experiência de imersão intensa. O design de som também desempenhou um papel crucial na intensidade da ação; as pistas auditivas de armas e efeitos ambientais aumentaram a sensação de realismo.
Além disso, o modo multijogador do Aimpoint permitiu que amigos e inimigos comparassem inteligência uns com os outros, exibindo níveis de habilidade e destreza estratégica. Ao encorajar o jogo competitivo, o jogo cultivou uma comunidade de entusiastas táticos que apreciavam a oportunidade de superar seus oponentes. A presença online do jogo, embora primitiva para os padrões de hoje, foi precursora das vibrantes experiências multijogador que mais tarde dominariam o cenário dos jogos. Esse aspecto do Aimpoint não apenas estendeu sua longevidade, mas também influenciou o design de futuros jogos de tiro.
Décadas depois, o Aimpoint ainda evoca uma sensação de nostalgia entre aqueles que vivenciaram seus desafios. Ele é um testamento do espírito inovador do boom dos jogos dos anos 1990, misturando perfeitamente estratégia intrincada com a adrenalina do combate. Embora muitos possam não se lembrar de cada momento gasto navegando em suas missões, a marca que ele deixou no gênero permanece inegável. O Aimpoint representou mais do que apenas um jogo; foi uma janela para uma evolução crítica no mundo do entretenimento interativo.
Magna Carta: The Phantom of Avalanche
Magna Carta: The Phantom of Avalanche é um RPG de ação desenvolvido pela Softmax e lançado para Microsoft Windows em 2001. É baseado em uma popular série de quadrinhos coreana e se passa em um mundo de fantasia de espadas e feitiçaria. O jogo segue um jovem, chamado Rutee Katrea, que está em uma missão para salvar o mundo de uma antiga força maligna conhecida como Phantoms of Avalanche.
A jogabilidade de Magna Carta: The Phantom of Avalanche gira em torno da exploração de um enorme mundo 3D repleto de masmorras, cidades e outros locais. Os jogadores atravessam o mundo em tempo real e podem interagir com os habitantes da cidade e com os monstros. O combate é baseado em turnos, com Rutee e seus aliados envolvidos em uma variedade de ataques corpo a corpo e mágicos. Existe também um sistema elemental, que permite aos jogadores usar diferentes ataques elementares contra os inimigos.
A história de Magna Carta: The Phantom of Avalanche segue Rutee enquanto ele viaja pelo mundo, lutando contra as forças do mal e aprendendo mais sobre os Phantoms of Avalanche. Ao longo do caminho, ele encontra uma variedade de personagens, incluindo aliados e inimigos, que o ajudam em sua busca. O jogo também apresenta várias missões secundárias opcionais e minijogos, que podem ser jogados para ganhar recompensas adicionais.
Concluindo, Magna Carta: The Phantom of Avalanche é um emocionante RPG de ação que resistiu ao teste do tempo. Possui uma história envolvente, sistema de combate complexo e muitas atividades paralelas para explorar. O jogo ainda é muito elogiado pelos fãs e vale a pena jogar para qualquer fã de jogos de RPG.
Panthalassa: The Alternative NOAH
Panthalassa: The Alternative NOAH emerge da periferia dos jogos para Windows de 1997, um título que ocasionalmente surge em conversas sobre jogos retrô como uma relíquia. O próprio nome evoca um imenso oceano que outrora envolvia um supercontinente, enquanto o subtítulo sugere uma visão contrafactual da sobrevivência e da salvação. The Alternative NOAH promete um afastamento da ação convencional em direção a uma investigação obscura e meditativa sobre catástrofe e renascimento. Os primeiros materiais de imprensa indicam um projeto costurado por entusiastas, em vez de polido para o mercado de massa.
Os visuais flertam com o claro-escuro e a poesia elementar, equilibrando pixel art granulado com bolsões de ambição 3D emergente. Navios e labirintos de recifes flutuavam em um mar de azuis que parecia tátil, enquanto menus e inventários exibiam uma elegância solene e amigável ao teclado. Capturas de tela sugerem um mundo construído de névoa, interfaces de latão enferrujado e camadas de paralaxe imperfeitas que recompensavam a exploração paciente em vez de reflexos rápidos. Em suma, o jogo ostentava sua época com orgulho.
A jogabilidade é descrita em sussurros como uma tapeçaria exploratória, em vez de um jogo de tiro, talvez uma fusão de aventura narrativa, gerenciamento de recursos e quebra-cabeças ambientais. Se os rumores forem verdadeiros, os jogadores mapeariam um mapa em ruínas, negociariam com sobreviventes enigmáticos e decidiriam como guiar a vida que retorna enquanto a água mantém a memória em movimento. Épocas para sobreviver, artefatos para reunir e consequências morais que reverberam posteriormente dariam o toque especial à jornada. Tal design exigiria paciência, observação cuidadosa e um olhar reverente para a alegoria em vez do espetáculo.
O áudio provavelmente se basearia em texturas de sintetizador melancólicas, sinos distantes e sons que rangem com o ritmo das marés, uma trilha sonora adequada a um mundo que oscila entre o mito e a meteorologia. A música permaneceria na memória como um silêncio após a chuva. A interface provavelmente privilegiaria o minimalismo, com ferramentas agrupadas em uma barra vertical estreita e diálogos em árvore que convidam à reflexão em vez de escolhas rápidas. Nessa paisagem sonora imaginada, o jogador ouve um planeta silencioso respirando, pulsando sob a água infinita.
Panthalassa permanece um ícone sussurrado para entusiastas que valorizam o conceito acima do sucesso comercial. Sua obscuridade o torna um favorito entre arquivistas e jogadores curiosos que apreciam experimentos esquecidos da era da ficção para PC. Cópias são raras, sobrevivendo em mercados paralelos ou pacotes retrô, mas a ideia persiste como um manifesto para design audacioso em um cenário saturado. O jogo incorpora uma filosofia de que temas complexos podem se sustentar em mecânicas delicadas, muito antes da sensibilidade indie se cristalizar na prática atual.
Rhapsody of Zephyr
Rhapsody of Zephyr, lançado em 1998, foi um jogo para Windows visualmente deslumbrante que conquistou os corações de jogadores de todo o mundo. Desenvolvido pela LandK Logic Korea e lançado pela Humongous Entertainment, este jogo é um RPG ambientado em um mundo mítico repleto de cores vibrantes e personagens únicos.
A história acompanha a jornada do protagonista, um mercenário chamado Dinar que procura seu irmão perdido. Ao longo do caminho, ele encontra vários desafios e batalhas enquanto explora diferentes reinos e encontra diferentes aliados e inimigos. O título do jogo, Rhapsody of Zephyr, faz referência à poderosa divindade do vento Zephyr, que desempenha um papel crucial na trama do jogo.
Um dos destaques do jogo são seus belos gráficos desenhados à mão, considerados de última geração na época de seu lançamento. As cores são brilhantes e vivas e os designs dos personagens são únicos e diversos. A atenção aos detalhes nos ambientes do jogo contribui para a experiência imersiva, fazendo com que os jogadores se sintam realmente parte do mundo do jogo.
Em termos de jogabilidade, Rhapsody of Zephyr oferece uma mistura de elementos tradicionais de RPG, como batalhas por turnos e desenvolvimento de personagens, além de recursos exclusivos, como o uso de magia musical para derrotar inimigos. O jogador também pode recrutar e personalizar um grupo de até cinco personagens, cada um com suas próprias habilidades e habilidades distintas.
A trilha sonora do jogo é outro aspecto que o diferencia de outros RPGs. Composta pela renomada compositora Yoko Kanno, a música é uma bela mistura de instrumentos orquestrais e tradicionais japoneses, capturando perfeitamente a atmosfera fantástica e épica do jogo.
Rhapsody of Zephyr foi bem recebido pela crítica e pelos jogadores, com muitos elogiando seus belos visuais, enredo envolvente e jogabilidade envolvente. Foi também um dos primeiros jogos coreanos a ganhar grande popularidade fora do seu país de origem, abrindo caminho para o sucesso de outros jogos coreanos no mercado global.
Apesar de ter sido lançado há mais de duas décadas, Rhapsody of Zephyr ainda ocupa um lugar especial no coração de muitos jogadores. Seu legado pode ser visto na popularidade contínua dos personagens do jogo e nos numerosos relançamentos e remakes ao longo dos anos. É realmente um clássico atemporal no mundo dos RPGs e um jogo obrigatório para qualquer fã do gênero.
Tempest
Tempest chegou ao Windows em 1998 como uma ponte entre a herança dos arcades e a era do DirectX. Baseado no clássico jogo de tiro em tubo da Atari de 1981, a versão para PC tentou traduzir a energia frenética dos túneis giratórios para um formato moderno, sem perder o ciclo hipnótico que definia o original. Seu lançamento agradou aos veteranos que se lembravam dos gráficos vetoriais e do ritmo frenético de completar as fases, enquanto os novatos se deparavam com um labirinto de neon que mais parecia uma placa de circuito viva do que uma fase. Os desenvolvedores buscaram autenticidade sem abrir mão do refinamento, desde a tipografia dos menus até o brilho dos inimigos que surgem.
Jogável em uma variedade de hardwares, Tempest para Windows oferecia opções de controle flexíveis. O jogador percorre a borda de um túnel sinuoso, destruindo fileiras de inimigos que avançam em direção ao centro em formações disciplinadas. Os inimigos desencadeiam padrões crescentes, às vezes se movendo atrás de você, às vezes avançando diretamente para o portão que você guarda. Prismas concedem impulsos ou escudos temporários. Cada fase aumenta o ritmo, culminando em um chefe compacto que exige precisão e movimentos laterais precisos. O ritmo espelha um loop de bateria, e o som dos projéteis se torna meditativo enquanto você circula pela arena para sobreviver.
Visualmente, a conversão prioriza sprites nítidos e iluminação filtrada em vez das multidões densas dos primeiros jogos de tiro em 3D. Fios de neon percorrem as paredes do túnel, enquanto camadas de paralaxe sugerem profundidade sem sacrificar a nitidez. A trilha sonora se inclina para texturas de sintetizador e percussão metálica, com nuances que aumentam e diminuem de acordo com o ritmo; alguns críticos elogiaram o áudio como uma homenagem fiel ao passado, outros desejaram experimentações mais ousadas. O desempenho permanece acessível, aproveitando o hardware padrão dos anos 90 e oferecendo antialiasing opcional e resolução escalável para manter o campo legível em diferentes taxas de quadros. A interface lida com as pontuações mais altas e a progressão sem ofuscar a jogabilidade principal.
Recepção e legado: Tempest atraiu um público nichado que valorizava a nostalgia dos arcades, mas também apreciava a conveniência do PC. O jogo gerou debates sobre remixes fiéis versus reinvenções modernas e lembrou aos leitores que ideias concisas ainda podem atrair a atenção em uma era repleta de épicos 3D expansivos. Embora não tenha sido um sucesso de bilheteria, a versão para Windows semeou o interesse pela cultura retrô e inspirou jogos independentes posteriores a explorar arenas tubulares com mecânicas contemporâneas. Em retrospectivas, o título é citado como uma porta de entrada para apreciar como os jogos de PC do final da década uniram o design antigo à nova tecnologia, deixando uma curiosa marca no estilo arcade nas telas domésticas. Os fãs ainda relembram com nostalgia o brilho dos corredores e o ritmo preciso e implacável que definiu aquele ano.
The War of Genesis
O ano era 1995 e a indústria de jogos estava prosperando. Em meio à ascensão dos gráficos 3D e dos jogos de tiro em primeira pessoa, uma joia menos conhecida foi lançada para DOS (Disk Operating System) – The War of Genesis. Desenvolvido e publicado pela Softmax, este jogo de estratégia baseado em turnos rapidamente ganhou seguidores cult por sua jogabilidade envolvente e narrativa rica.
Situado em um mundo de fantasia, The War of Genesis segue a história de um reino à beira da guerra. Como jogador, você assume o papel de um jovem príncipe que deve navegar em relações políticas complexas, tomar decisões estratégicas e liderar seu exército à vitória. O jogo combina perfeitamente elementos de política, diplomacia e guerra, criando uma experiência profundamente envolvente para os jogadores.
Um dos aspectos mais impressionantes de The War of Genesis foram seus gráficos. Empregando sprites desenhados à mão e animados, o jogo mergulha os jogadores em um mundo lindamente detalhado. As animações são suaves e fluidas e os designs dos personagens são únicos e memoráveis. A trilha sonora do jogo, composta pelo aclamado compositor Lee Seung-Won, adiciona uma camada extra de profundidade à atmosfera geral do jogo.
Mas o que realmente diferencia A Guerra do Gênesis é sua narrativa intrincada e convincente. A narrativa do jogo é influenciada pelas escolhas do jogador, tornando cada jogada única. À medida que avança no jogo, você encontra vários personagens, cada um com suas próprias motivações e objetivos. O diálogo do jogo é bem escrito e a intriga política mantém os jogadores tensos.
A jogabilidade de The War of Genesis é desafiadora e gratificante. Como príncipe tentando garantir seu reino e proteger seu povo, você deve tomar decisões estratégicas em diversas frentes. Desde gerenciar seus recursos, construir alianças e participar de batalhas, o jogo requer planejamento e táticas cuidadosas. Cada batalha é apresentada de cima para baixo, com animações detalhadas e uma variedade de unidades para comandar.
The War of Genesis recebeu elogios da crítica após seu lançamento, com muitos elogiando sua jogabilidade, gráficos e narrativa. Rapidamente conquistou uma base de fãs leais e, desde então, gerou várias sequências e spin-offs. Nos últimos anos, o jogo foi relançado em plataformas como Steam, tornando-o acessível a uma nova geração de jogadores.
The War of Genesis III
The War of Genesis III é um jogo para Windows altamente aclamado que foi lançado em 1999 pela desenvolvedora de jogos sul-coreana Softmax. É o terceiro capítulo da popular série War of Genesis e é considerado um dos melhores jogos de estratégia de RPG de seu tempo. Com seu enredo cativante, jogabilidade envolvente e gráficos impressionantes, The War of Genesis III rapidamente ganhou seguidores cult entre jogadores de todo o mundo.
Situado em um mundo medieval fictício de criaturas mágicas e míticas, The War of Genesis III segue a história de um bravo cavaleiro chamado Edward Airain, que está em uma missão para salvar seu reino das forças do mal do Lorde das Trevas Belsaroth. À medida que os jogadores embarcam nesta jornada épica, eles devem navegar por terrenos traiçoeiros, lutar contra inimigos ferozes e tomar decisões difíceis que acabarão por determinar o destino do seu reino.
Uma das características mais impressionantes de The War of Genesis III é sua jogabilidade complexa e intrincada. Os jogadores devem gerenciar cuidadosamente seus recursos, construir seus exércitos e planejar estrategicamente suas táticas para derrotar seus inimigos. O jogo também oferece uma grande variedade de personagens jogáveis, cada um com suas habilidades e habilidades únicas, adicionando uma camada extra de profundidade e complexidade à jogabilidade.
Outro aspecto que diferencia The War of Genesis III de outros jogos de sua época são seus gráficos impressionantes. O jogo apresenta fundos lindamente renderizados e desenhados à mão e designs de personagens que realmente dão vida ao mundo de fantasia medieval. A atenção aos detalhes no visual do jogo é notável e contribui para a experiência geral imersiva.
Além de sua jogabilidade e gráficos cativantes, The War of Genesis III também possui uma trilha sonora fantástica. A trilha sonora orquestral do jogo complementa perfeitamente a natureza épica e grandiosa do jogo, aumentando ainda mais a imersão do jogador no mundo da fantasia. A dublagem do jogo também é excelente, acrescentando profundidade e emoção aos personagens e suas interações.
The War of Genesis III também oferece aos jogadores um modo multijogador robusto, permitindo-lhes lutar uns contra os outros em batalhas épicas e estratégicas. Esse recurso adicional tornou o jogo ainda mais popular, já que os jogadores podiam agora competir e cooperar com seus amigos em um mundo virtual de magia e aventura.
The War of Genesis III: Part 2
The War of Genesis III: Part 2 é um jogo para Windows lançado no ano 2000 e é uma continuação da popular série War of Genesis. Desenvolvido pela Softmax, este jogo leva os jogadores a uma jornada épica por um mundo de fantasia repleto de intrigas políticas, magia e guerra.
O jogo segue a história de um jovem cavaleiro chamado Ruse que deve navegar por um mundo traiçoeiro para descobrir a verdade por trás de uma guerra devastadora que vem sendo travada há séculos. Com gráficos impressionantes e um enredo envolvente, The War of Genesis III: Part 2 rapidamente se tornou um favorito dos fãs após seu lançamento.
Uma das características mais notáveis deste jogo é o seu elenco único e diversificado de personagens. Cada personagem tem suas próprias motivações e lutas pessoais, fazendo com que pareçam reais e relacionáveis. Os jogadores devem escolher cuidadosamente os seus aliados e inimigos à medida que avançam no jogo, pois as suas decisões terão um impacto significativo no resultado da guerra.
Além de seu enredo envolvente, The War of Genesis III: Part 2 também possui um sistema de combate extenso e intrincado. Os jogadores devem planejar e executar estrategicamente suas batalhas, levando em consideração fatores como terreno, clima e pontos fortes e fracos das unidades. Isso adiciona uma camada adicional de profundidade ao jogo, fazendo com que cada batalha pareça intensa e desafiadora.
Outro aspecto do jogo que o diferencia de outros RPGs de sua época é a ênfase na diplomacia e nas manobras políticas. À medida que os jogadores avançam no jogo, eles encontrarão diversas facções e reinos, cada um com suas próprias agendas e alianças. Para ter sucesso, os jogadores devem usar suas habilidades de negociação para formar alianças, reunir informações e manipular seus inimigos.
The War of Genesis III: Part 2 também oferece uma variedade de opções de personalização para os jogadores, permitindo-lhes adaptar sua experiência de jogo às suas preferências. Desde a escolha da classe e habilidades de seu personagem até o gerenciamento de seu próprio reino e recursos, este jogo dá aos jogadores uma sensação de controle e agência sobre sua jogabilidade.
Após seu lançamento, The War of Genesis III: Part 2 recebeu elogios da crítica por seu enredo envolvente, jogabilidade complexa e visuais impressionantes. Continua sendo elogiado entre os fãs da série War of Genesis e é considerado um clássico entre os entusiastas de RPG. Apesar de ter sido lançado há mais de 20 anos, este jogo continua sendo um favorito cult entre os jogadores do Windows e é um jogo obrigatório para quem gosta de uma experiência de jogo envolvente e desafiadora.