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Door Door
Door Door é um videogame clássico lançado para o sistema de computador MSX em 1984. Desenvolvido pela empresa japonesa de jogos Enix, ele rapidamente ganhou popularidade entre os jogadores por sua jogabilidade única e gráficos encantadores.
O jogo segue as aventuras de um personagem chamado Chun que deve navegar por vários níveis para coletar chaves e escapar pelas portas para progredir. Isso pode parecer simples, mas o jogo é tudo menos isso. Cada nível apresenta um novo desafio, com obstáculos e inimigos a evitar e puzzles a resolver.
O que faz a Door Door se destacar é o seu design imaginativo e criativo. Os gráficos, embora básicos em comparação com os padrões atuais, são vibrantes e cheios de personalidade. O próprio Chun é uma criaturinha adorável com um sorriso travesso, deixando os jogadores ansiosos para guiá-lo através dos níveis.
Outro aspecto fascinante de Door Door é sua jogabilidade. Requer reflexos rápidos e pensamento estratégico para completar cada nível com sucesso. À medida que o jogo avança, a dificuldade aumenta, mantendo os jogadores atentos e proporcionando um desafio satisfatório.
Uma das características mais impressionantes do jogo é o design de níveis. Cada nível é projetado de forma única, com diferentes layouts, obstáculos e inimigos a serem superados. É revigorante ver tanta atenção aos detalhes em um jogo dos anos 80 e aumenta a diversão e a emoção geral do jogo.
Door Door também possui uma trilha sonora fantástica que complementa perfeitamente a jogabilidade. Cada nível tem seu próprio tema, o que ajuda a criar uma experiência de jogo totalmente envolvente. A música é cativante e animada, aumentando o charme geral do jogo.
Apesar de ter sido lançado há mais de 30 anos, Door Door ainda se mantém como um jogo altamente divertido. Sua jogabilidade simples, mas desafiadora, gráficos coloridos e trilha sonora memorável tornam-no um clássico atemporal. Não é de admirar que o jogo continue a ser jogado e amado por fãs de todo o mundo.
Dragon Warrior
Dragon Warrior, também conhecido como Dragon Quest, é um videogame clássico lançado em 1986 para a plataforma de jogos MSX. Desenvolvido pela Chunsoft e publicado pela Enix, este RPG para um jogador se tornou um título querido entre os jogadores e é considerado um pioneiro no gênero de RPG japonês.
A trama de Dragon Warrior segue um jovem herói em uma missão para derrotar o malvado Dragonlord e salvar o reino de Alefgard. O jogo se passa em um mundo de fantasia medieval, cheio de magia, dragões e outras criaturas míticas. O jogador assume o papel do herói, que tem a tarefa de resgatar a princesa e recuperar a poderosa Bola de Luz, necessária para derrotar o Dragonlord.
A jogabilidade de Dragon Warrior é uma mistura de exploração, resolução de quebra-cabeças e batalhas por turnos. O jogador deve explorar diferentes cidades, masmorras e cavernas para descobrir pistas e encontrar tesouros. As batalhas, que ocorrem aleatoriamente durante a exploração, são baseadas em turnos e exigem que o jogador escolha estrategicamente ações como atacar, defender ou usar feitiços mágicos. À medida que o jogador avança no jogo, ele ganha pontos de experiência, sobe de nível e adquire novas armas e armaduras para ajudá-lo em sua busca.
Um dos aspectos mais inovadores de Dragon Warrior é a sua jogabilidade em mundo aberto. Ao contrário de muitos outros RPGs da época, o jogo permitia aos jogadores explorar livremente o mundo e interagir com personagens não jogáveis. Isso adicionou uma sensação de imersão e profundidade ao jogo, fazendo com que ele se destacasse de seus concorrentes.
Os gráficos e a trilha sonora de Dragon Warrior também estavam à frente de seu tempo. Os gráficos pixelados podem parecer básicos em comparação com os jogos modernos, mas foram revolucionários para a década de 1980. A trilha sonora do jogo, composta por Koichi Sugiyama, ainda hoje é elogiada por seus temas memoráveis e épicos.
Dragon Warrior não foi apenas um sucesso no Japão, mas também ganhou popularidade em todo o mundo, especialmente na América do Norte, onde foi rebatizado como Dragon Warrior para evitar problemas de direitos autorais com o jogo de mesa Dragon Quest. O jogo gerou várias sequências, bem como spin-offs e remakes, consolidando seu lugar na história dos jogos.
Dragon Warrior II
Dragon Warrior II, também conhecido como Dragon Quest II, é um RPG japonês lançado para a plataforma MSX em 1988. Desenvolvido pela Chunsoft e publicado pela Enix, é o segundo capítulo da série Dragon Warrior e uma sequência do altamente bem sucedido Dragon Quest. Este jogo recebeu muitos elogios da crítica e ainda é considerado um dos melhores RPGs de todos os tempos.
O jogo se passa no mundo de fantasia de Torland, onde o herói deve embarcar em uma missão para salvar a terra de um mago malvado chamado Hargon. A aventura começa com o herói, um príncipe de Midenhall, em busca de dois companheiros guerreiros que possam ajudá-lo a derrotar Hargon. Ao longo do caminho, os jogadores encontram uma variedade de locais exóticos, inimigos poderosos e tesouros escondidos.
Uma das características mais notáveis de Dragon Warrior II são seus gráficos e mecânica de jogo aprimorados em comparação com seu antecessor. O jogo tem uma visão de cima para baixo e apresenta pixel art 2D detalhado, dando vida ao mundo de Torland com visuais vibrantes. O jogo também apresenta um ciclo diurno e noturno, adicionando uma sensação de realismo à jogabilidade.
O sistema de combate em Dragon Warrior II é baseado em turnos, com os jogadores controlando um grupo de três personagens. Cada personagem tem seu próprio conjunto de atributos e habilidades, dando aos jogadores a liberdade de traçar estratégias e personalizar seu grupo para cada batalha. O jogo também possui uma vasta gama de armas, armaduras e feitiços mágicos que os jogadores podem adquirir e atualizar ao longo de sua jornada.
Além de sua jogabilidade cativante, Dragon Warrior II apresenta um enredo envolvente e emocionante. À medida que os jogadores avançam no jogo, eles encontrarão vários personagens com histórias e motivações únicas, adicionando profundidade à narrativa geral. Com jogabilidade não linear e finais múltiplos, o jogo oferece aos jogadores uma sensação de liberdade na forma como escolhem abordar o jogo.
Dragon Warrior II foi aclamado pela crítica por sua jogabilidade envolvente, nível de dificuldade desafiador e história intrigante. Também abriu caminho para futuros episódios da série Dragon Warrior. O jogo foi um sucesso comercial no Japão e mais tarde foi lançado na América do Norte e na Europa, apresentando a franquia a um público mais amplo.
Fushigi no Dungeon: Furai no Shiren Gaiden - Jokenji Asuka Kenzan!
Fushigi no Dungeon Furai no Shiren Gaiden - Jokenji Asuka Kenzan! apareceu nos ecrãs de PC em 2002 como um desvio para Windows da linha principal Shiren the Wanderer. Apresenta-se como um Gaiden, uma história paralela que preserva o charme e o perigo da fórmula Mystery Dungeon, ao mesmo tempo que convida os jogadores a uma aventura compacta centrada em Asuka, uma buscadora obstinada atraída para um labirinto de salas mutáveis e ecos ancestrais. O jogo trata a exploração como um dueto animado entre sorte e estratégia, uma dança que muitos roguelikes ambicionam, mas poucos conseguem com elegância.
O movimento desenvolve-se peça a peça numa grelha, e cada passo pode despertar inimigos, criar armadilhas nos corredores ou revelar uma armadilha para um novo desafio. O combate é por turnos, com uma variedade de monstros, aberturas fugazes e golpes críticos que castigam a falta de timing. Os itens chegam por acaso, desde ervas curativas a relíquias frágeis cujos poderes brilham apenas quando compreendidos. A versão para Windows acrescenta uma interface limpa, controlos fáceis de usar através do teclado e um sistema de gravação que torna as aventuras esporádicas mais suportáveis, mas não elimina o risco inerente de uma curva errada.
Personagens em pixel art exibem rostos expressivos e masmorras brilham com uma paleta melancólica que remete para templos esquecidos e ruínas costeiras. A banda sonora mistura sinos com batidas de tambor, o suficiente para elevar o humor sem o afogar. Apesar da sua pegada retro, o jogo parece vivo, com Asuka a reagir a descobertas, fracassos e escapadelas por um triz de formas que dão a sensação de uma busca viva e pulsante, em vez de uma mera sequência de batalhas. O seu selo Gaiden sinaliza uma parte mais leve e criteriosamente selecionada da tradição Shiren, ao mesmo tempo que honra a essência brutal da franquia.
O desafio aqui reside no mapeamento doente, na memória e na relação risco-recompensa. Os jogadores aprendem a gerir o seu inventário, a racionar comida e a planear retiradas quando a masmorra os redime com um tesouro cruel. Cada partida apresenta uma combinação diferente de corredores, inimigos e tesouros, pelo que o sucesso não vem do esforço, mas sim da leitura da masmorra como um puzzle vivo. O jogo recompensa a atenção e a experimentação cuidadosas, convidando tanto a explosões rápidas como a sessões maratonas quando o jogador se torna viciado.
Dentro da antologia de Mystery Dungeon, esta edição para Windows ocupa um nicho curioso, um retrato culturalmente específico dos roguelikes para PC do início dos anos 2000, que viajam dos ecrãs japoneses para a curiosidade global. Para colecionadores e fãs fervorosos, Jokenji Asuka Kenzan destaca-se como uma excentricidade encantadora que preserva o espírito de Shiren, ao mesmo tempo que oferece um ritmo distinto e toques de fantasia. Continua a ser um testemunho de como uma fórmula clássica se pode adaptar a uma plataforma diferente sem perder a sua essência peculiar.
Machi
Machi é um jogo exclusivo japonês lançado para SEGA Saturn em 1998. Desenvolvido pela Chunsoft, o jogo conta uma história cativante que manterá os jogadores nervosos. Combina elementos de mistério, terror e aventura para criar uma experiência de jogo única que resistiu ao teste do tempo.
O jogo se passa em uma pequena cidade rural do Japão, onde acontecimentos estranhos têm acontecido. O jogador assume o papel de um menino chamado Taku, que deve investigar esses misteriosos acontecimentos. O que destaca Machi é sua jogabilidade não linear. Os jogadores devem fazer escolhas ao longo do jogo que impactarão drasticamente o enredo e determinarão o final.
Os gráficos de Machi eram avançados para a época, utilizando gráficos 3D e fundos pré-renderizados para criar um mundo realista e envolvente. Os designs dos personagens também foram notáveis, cada um com aparência e personalidade distintas. A atenção aos detalhes nos ambientes contribui para a atmosfera geral do jogo, tornando-o ainda mais envolvente.
À medida que o jogador explora a cidade, ele encontrará vários quebra-cabeças e obstáculos que devem ser resolvidos para progredir. Esses quebra-cabeças variam de quebra-cabeças lógicos tradicionais a desafios mais abstratos que exigem observação cuidadosa e pensamento crítico. O jogo também apresenta inúmeros elementos interativos, como a possibilidade de examinar objetos e reunir pistas para desvendar o mistério.
Um dos aspectos mais elogiados de Machi é sua trilha sonora assustadora. Composta pelo veterano compositor de videogames Yasunori Mitsuda, a música captura perfeitamente o tom misterioso e perturbador do jogo. Os efeitos sonoros também contribuem para a atmosfera, aumentando a tensão e mantendo os jogadores nervosos.
Machi recebeu elogios da crítica em seu lançamento por sua jogabilidade envolvente, enredo envolvente e construção de mundo atmosférica. Foi elogiado por sua narrativa não linear, o que agregou valor de repetição ao jogo. Ainda hoje, o jogo ainda é muito apreciado pelos fãs e é considerado um clássico cult no mundo dos jogos.