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Metal Warrior
Metal Warrior, lançado em 1999, é uma entrada cativante no reino dos jogos Commodore 64 que combina habilmente um design complexo com uma mecânica de jogo inovadora. Este título, desenvolvido pelas mentes criativas da Zhibek, surgiu de uma comunidade apaixonada dedicada a reviver e celebrar os jogos retro. Com pixel art que evoca uma sensação de nostalgia, Metal Warrior transporta os jogadores para um mundo repleto de paisagens vibrantes, inimigos formidáveis e uma narrativa envolvente que os mantém na ponta da cadeira.
Basicamente, Metal Warrior é um jogo de plataformas de rolagem lateral que desafia os jogadores a navegar por vários níveis repletos de inimigos e obstáculos. O jogo incorpora de forma inteligente a mecânica de tiro, permitindo aos jogadores destruir adversários e ultrapassar obstáculos com um arsenal diversificado de armas. Esta variedade garante que o combate nunca é monótono, uma vez que os jogadores são encorajados a adaptar as suas estratégias com base nos desafios únicos apresentados em cada nível. Os controlos fluidos permitem uma experiência de jogo satisfatória, atraindo tanto jogadores experientes como novatos.
Uma das características de destaque deste título reside no seu compromisso com a narrativa ambiental. Cada nível é meticulosamente elaborado, apresentando temas e cenários distintos que envolvem os jogadores no mundo do jogo. Desde ruínas pós-apocalípticas a florestas exuberantes e vibrantes, as complexidades do design dão vida ao Metal Warrior, criando um playground envolvente que convida os jogadores a explorar cada canto e recanto. Além disso, a atenção aos detalhes no design do inimigo, que varia de robôs ameaçadores a criaturas bizarras, acrescenta profundidade à experiência geral.
O jogo também oferece um enredo melancólico, mas envolvente, que evolui à medida que os jogadores progridem. Centrada num corajoso protagonista determinado a salvar o seu mundo da destruição iminente, a narrativa desenrola-se através de cenas dinâmicas que são apimentadas ao longo do jogo. Esta progressão transforma Metal Warrior de uma mera coleção de níveis numa aventura coesa que evoca respostas emocionais genuínas dos jogadores, criando um vínculo entre estes e a personagem central.
Metal Warrior é um testemunho do engenho e criatividade da comunidade de jogos no final dos anos 90, ultrapassando os limites do que um jogo Commodore 64 poderia alcançar. Hoje, continua a captar a imaginação dos aficionados de jogos retro que apreciam a sua mistura única de ação, narrativa e talento artístico. Numa era dominada por gráficos de alta definição e mecânicas de jogo avançadas, Metal Warrior serve como um delicioso lembrete da alegria e simplicidade dos jogos clássicos, cimentando para sempre o seu lugar no coração daqueles que se atrevem a viajar no tempo.
Metal Warrior 4: Agents of Metal
Três semanas após os eventos do Metal Warrior 3, os guitarristas de metal Joan (Phantasm) e Ian recebem uma chamada de outro músico, convidando-os para uma reunião numa quinta deserta. As coisas depressa tomam um rumo estranho e sinistro, e Ian encontra-se noutra aventura. As suas experiências passadas na cena metalúrgica, e na sua luta contra a conspiração militar, estão prestes a assumir um novo significado à medida que é iniciado numa misteriosa ordem, os Agentes do Metal.
MW4 segue a fórmula de acção/aventura previamente estabelecida, seguindo Ian enquanto se transforma em forma de Agente, com algumas novas reviravoltas e características. Existem agora três níveis de dificuldade, que determinam a resistência e capacidade de carga do personagem (em kg); novos movimentos especiais para sequências de acção/luta; classes de armadura e actualizações; ambientes mais interactivos; um mecanismo de recarga de armas; um elemento furtivo, que recompensa acções furtivas e não letais; e guardar ranhuras em vez de um sistema de palavra-passe.
Metal Warrior II
Após os acontecimentos do primeiro jogo Metal Warrior, a banda de metal de guerra de Ian, Cyberpriest, rompe-se após um conflito amargo. Posteriormente, Ian torna-se distante e instável, e eventualmente desaparece, deixando para trás uma nota misteriosa. O jogador assume o controlo de Joan, aka Phantasm - o antigo companheiro de banda de Ian (e interesse amoroso) - à medida que ela se propõe a explorar a cidade, encontrar pistas sobre o paradeiro de Ian, e desvendar um novo mistério.
O jogo é muito semelhante ao seu predecessor, sendo uma acção/aventura de rolagem lateral. O fantasma terá de enfrentar personagens amigáveis e hostis com palavras ou armas; ele começa a empunhar apenas os punhos, mas é possível encontrar mais armamento, bem como uma série de outros itens úteis. As novas funcionalidades incluem um sistema de experiência, que funciona de forma semelhante à Castlevania, e uma funcionalidade de senha que lhe permite continuar o jogo em caso de morte prematura.