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Drömjobbet i Rosemond Valley
Drömjobbet i Rosemond Valley, lançado em 2008, é um jogo para Windows que traz os jogadores para o mundo de Rosemond Valley. O jogo se passa em uma pequena cidade pitoresca cercada pela natureza, com uma gama diversificada de personagens e atividades. Os jogadores têm a oportunidade de perseguir seus sonhos, assumindo vários trabalhos e atividades disponíveis no jogo.
O objetivo do jogo é completar as tarefas e objetivos atribuídos dentro do prazo. À medida que o jogador avança no jogo, ele poderá desbloquear novos níveis e tarefas. O jogo também apresenta vários minijogos, como pesca, jardinagem e até uma competição de culinária. Esses minijogos são projetados para serem divertidos e desafiadores, dando aos jogadores muitas oportunidades de mostrar suas habilidades.
O jogo também apresenta vários enredos e interações com diferentes personagens. Os jogadores podem optar por desenvolver relacionamentos com os habitantes de Rosemond Valley, ajudando em suas vidas diárias e aprendendo suas histórias. Isso adiciona uma camada extra de profundidade ao jogo, pois os jogadores podem construir relacionamentos fortes com os personagens e vivenciar suas histórias em primeira mão.
O jogo também apresenta uma variedade de opções de personalização, permitindo aos jogadores personalizar o ambiente do mundo do jogo. Os jogadores podem ajustar a música, os gráficos e até a cor do céu do jogo. Isso permite uma experiência única e personalizada para cada jogador.
Drömjobbet i Rosemond Valley é um jogo encantador que certamente encantará jogadores de todas as idades. Com seus visuais vibrantes, elenco diversificado de personagens e enredos envolventes, o jogo certamente proporcionará horas de entretenimento. Esteja você procurando uma experiência relaxante ou uma aventura emocionante, Drömjobbet i Rosemond Valley tem algo para todos.
Ground Control
Ground Control é um jogo de vídeo de estratégia em tempo real lançado em 2000 pelo agora extinto desenvolvedor Massive Entertainment. Está situado num universo sci-fi e é jogado a partir de uma vista aérea. Os jogadores controlam um exército futurista de unidades mecanizadas chamado Crayven Corporation, e têm de lutar contra os seus oponentes a fim de assumir o controlo de um planeta.
O Ground Control oferece uma experiência única em comparação com outros jogos RTS da época, uma vez que evita a recolha de recursos e a construção de bases a favor de uma abordagem mais táctica. Em vez disso, os jogadores são encarregados de recolher e gerir recursos limitados, assim como de chamar reforços quando necessário. Isto dá ao jogo uma sensação intensa e imprevisível, uma vez que os jogadores devem estar constantemente a adaptar-se e a responder à mudança das condições do campo de batalha.
Os gráficos do jogo estavam à frente do seu tempo, com texturas detalhadas e efeitos de iluminação que ajudam a dar vida ao campo de batalha. O design áudio é também impressionante, apresentando música intensa e efeitos sonoros que contribuem para a tensão. O jogo também apresenta uma campanha para um jogador e modo de escaramuça, bem como opções para vários jogadores, tornando-o um excelente jogo tanto para jogar a solo como em grupo.
O Ground Control é um excelente exemplo de um jogo clássico de estratégia em tempo real. Com a sua abordagem táctica única e gráficos e áudio detalhados, resistiu ao teste do tempo e continua a ser um grande jogo até aos dias de hoje. Quer seja um jogador RTS veterano ou um recém-chegado ao género, o Ground Control vale definitivamente a pena verificar.
Ground Control II: Operation Exodus
Ground Control II: Operation Exodus, lançado para Windows em 2004, retoma o ritmo da série anterior, combinando táticas ao nível de esquadrão com o comando em larga escala do campo de batalha. Os jogadores assumem o controlo do posicionamento orbital e, em seguida, comandam formações de unidades blindadas, aeronaves e infantaria através de terrenos hostis, concebidos tanto para manobras abertas como para emboscadas repentinas. A premissa gira em torno da luta da humanidade contra invasores agressivos, e a história desenrola-se através de missões que enfatizam o posicionamento, o fluxo de abastecimento e objetivos complexos, em vez do desgaste desenfreado.
O que diferencia o jogo é a sua interface de comando. Em vez de microgerir cada atirador, atribui funções, define pontos de referência e utiliza habilidades táticas que alteram o ritmo dos combates. Os sistemas de combate do jogo recompensam a compreensão dos tipos de blindagem, da linha de visão e do ritmo dos confrontos, onde o tempo é tão importante como o poder de fogo. As melhorias e os gastos de recursos incentivam o planeamento antes do contacto, transformando cada avanço numa decisão deliberada da campanha. Um aspeto marcante da experiência é a forma como os veículos são distintos, com diferentes dirigibilidades, comportamentos de blindagem e estratégias de contra-ataque.
A estrutura da campanha proporciona uma progressão constante, com cenários variados que vão desde periferias industriais a zonas exteriores devastadas. O enredo de Operation Exodus enfatiza a urgência: as comunicações, as linhas defensivas e os cenários de resgate obrigam-nos frequentemente a improvisar quando os reforços chegam atrasados ou os objetivos se fragmentam sob pressão. A dificuldade aumenta de uma forma que ensina a contenção, encorajando-o a recuar, reorganizar e reengajar em vez de perseguir todos os inimigos em fuga pelo mapa.
O modo multijogador é aquele em que muitos veteranos se lembram do título com mais clareza. As escaramuças favorecem o trabalho em equipa, decisões no estilo de construção de bases e estratégias de controlo de mapas adequadas tanto para assédio agressivo como para guerra de cerco lenta. Como a composição das unidades influencia os resultados das partidas, os jogadores criam frequentemente doutrinas em torno do apoio aéreo, pontas de lança blindadas ou proteção de infantaria. O desempenho técnico em hardware da época ajudou a mantê-lo popular para sessões online, e a variedade de cenários impediu que as táticas se tornassem uma fórmula única.
Ground Control II: Operation Exodus destaca-se como um retrato singular da ficção científica militar para PC do início dos anos 2000. Embora os seus gráficos possam parecer datados em comparação com os padrões modernos, o design central ainda se revela eficaz: campo de batalha claro, decisões táticas com consequências visíveis e uma combinação satisfatória de autoridade de comando e caos entre esquadrões. Para quem procura um RTS com um forte sentido de narrativa e dinamismo, esta sequela continua a ser um marco memorável na história do género.