Menu

Jogos desenvolvidos por Taboo Productions

Disponibilizamos uma lista de empresas que desenvolveram jogos abandonware. Selecione uma empresa para ver os seus jogos. Para facilitar a pesquisa, utilize a paginação por letra ou número.

Fruitmania

Fruitmania, lançado em 1995 para o Commodore 64, é um jogo brilhante e vibrante que leva os jogadores a uma aventura selvagem e frutada. Desenvolvido pela Visionary Design Technologies, este jogo rapidamente se tornou um favorito dos fãs por sua jogabilidade única e gráficos encantadores. O conceito de Fruitmania é bastante simples: os jogadores controlam um personagem chamado Sam, que deve coletar vários tipos de frutas enquanto evita obstáculos e inimigos. À medida que os níveis avançam, a dificuldade aumenta, proporcionando uma experiência de jogo desafiadora e envolvente. O que diferencia Fruitmania de outros jogos de sua época é o uso criativo da fruta como tema central. De cerejas saltitantes a maçãs rolantes, cada fruta tem seu comportamento único, tornando o jogo estratégico e divertido. Um dos aspectos mais impressionantes de Fruitmania são seus gráficos. As cores são brilhantes e vibrantes, capturando perfeitamente a natureza extravagante do jogo. Além disso, os designs dos personagens são charmosos e divertidos, aumentando a diversão geral do jogo. A atenção aos detalhes nos gráficos é evidente, tornando este jogo um deleite visual para os jogadores. Em termos de jogabilidade, Fruitmania oferece uma experiência intuitiva e contínua. Os controles são fáceis de aprender, permitindo que jogadores de todos os níveis mergulhem de cabeça e comecem a coletar frutas. O jogo também oferece uma variedade de power-ups e bônus, adicionando uma camada extra de emoção e estratégia ao jogo. Além disso, existem vários modos de jogo diferentes para escolher, proporcionando infinitas horas de entretenimento. Além disso, os entusiastas da música irão apreciar a trilha sonora de Fruitmania. O jogo apresenta músicas animadas e cativantes que complementam perfeitamente a jogabilidade. E para quem prefere uma experiência mais silenciosa, existe a opção de desligar a música. Uma característica marcante do Fruitmania é o modo multijogador. Os jogadores podem competir entre si em tempo real, adicionando um nível de competitividade ao jogo. Esse recurso foi revolucionário para a época e ajudou a tornar o Fruitmania um item obrigatório para os jogadores.

Orbits

Orbits foi um lançamento muito aguardado para o Commodore 64 em 1996. Desenvolvido pela Cosine Systems, este jogo com tema espacial ofereceu aos jogadores uma experiência envolvente e desafiadora. Orbits foi projetado como um jogo para um jogador e era popular tanto entre jogadores casuais quanto entre fãs obstinados do Commodore 64. O jogo apresentava gráficos e efeitos sonoros impressionantes, tornando-o uma experiência visualmente atraente para os jogadores. A jogabilidade girava em torno do controle de uma nave espacial e da navegação por vários níveis no espaço sideral. Cada nível apresentava um conjunto único de obstáculos e desafios que mantinham os jogadores atentos. Um dos aspectos mais intrigantes de Orbits foi seu enredo. O jogo seguiu a jornada de um astronauta que fez um pouso forçado em um planeta desconhecido. O jogador deveria guiar o astronauta por diferentes níveis, com o objetivo final de consertar a nave e retornar à Terra. Isso adicionou um senso de urgência e propósito à jogabilidade, tornando-a uma experiência envolvente. Para navegar pelos níveis, os jogadores tiveram que usar suas habilidades para desviar de asteróides, lasers e outros perigos enquanto coletavam power-ups e bônus ao longo do caminho. O jogo também apresentava níveis de chefes, onde os jogadores tinham que enfrentar inimigos formidáveis em batalhas intensas. Esses níveis de chefe adicionaram uma camada extra de emoção ao jogo e mantiveram os jogadores atentos. À medida que os jogadores progrediam no jogo, eles podiam desbloquear atualizações para suas naves espaciais, facilitando a conquista dos desafios apresentados em cada nível. Orbits também tinha um sistema de pontuação alta, permitindo aos jogadores competir entre si pelo primeiro lugar na tabela de classificação. Este elemento competitivo agregou valor à repetição do jogo, já que os jogadores tentavam constantemente melhorar suas pontuações. Orbits recebeu elogios da crítica por sua jogabilidade, gráficos e trilha sonora. Os controles suaves e a jogabilidade responsiva tornaram o jogo uma delícia, mesmo para iniciantes. A trilha sonora do jogo era atmosférica e adicionada à experiência geral envolvente. Orbits foi uma prova das capacidades do Commodore 64 e um item obrigatório para qualquer fã da plataforma.

Slater Man PC

DOS 1995
Slater Man PC, lançado em 1995 para sistemas DOS compatíveis com IBM, convida os jogadores a uma metrópole encharcada pela chuva, onde as megacorporações controlam os bastidores da vida quotidiana. A personagem principal, Slater Man, é um ex-polícia de rua cujo braço cibernético transporta mais do que uma ferramenta de combate. O jogo combina ação e plataformas com elementos de investigação, enquanto Slater desvenda uma conspiração que abrange toda a cidade, ligando ordens criminosas a uma limpeza de dados que ameaça todos os distritos. De ruas húmidas a torres executivas iluminadas, a aventura desenrola-se por uma sequência de distritos interligados. A jogabilidade apresenta-se num estilo de rolagem lateral que mistura combate baseado em reflexos com puzzles ambientais. O movimento é controlado através de teclas do teclado, complementado por corrida e salto padrão, com o braço cibernético a permitir um gancho para travessia vertical e um ataque corpo a corpo. Uma lâmina de energia secundária oferece opções de ataque à distância, e um arsenal de impulsos eletromagnéticos e ataques de dados pode ser utilizado para contornar os sistemas de segurança. Os jogadores recolhem chaves, chips de dados e kits de disfarces, resolvendo enigmas em terminais e reconfigurando dispositivos de vigilância para abrir novas rotas. Visualmente, Slater Man PC utiliza gráficos em sprite da era VGA renderizados numa paleta de cinco a seis cores com detalhes em néon vibrantes. Os ambientes apresentam cenários com paralaxe em múltiplas camadas, chuva, reflexos e iluminação atmosférica que enfatizam a atmosfera noir. As personagens são concebidas com silhuetas distintas — ruas movimentadas, furtos em becos e interiores corporativos reluzentes — enquanto os padrões de patrulha dos inimigos mudam com a hora do dia e a zona. O design dos níveis incentiva a movimentação vertical, com elevadores, passadiços e túneis de manutenção apertados que recompensam o timing preciso. O áudio é um complemento essencial, oferecendo uma banda sonora sintetizada que se intensifica durante os confrontos e se transforma em passagens ambientais melancólicas nos segmentos de exploração. Os efeitos sonoros captam o peso de cada ação: o estalido seco de um soco, o zumbido de um atuador cibernético, o clique de uma porta a destrancar. O jogo é compatível com dispositivos Sound Blaster e AdLib e utiliza MIDI adaptativo para reproduzir a música em várias sequências, com dicas de voz digitalizadas a marcar momentos-chave para a narração do herói. A experiência do jogador centra-se na tensão entre furtividade e força, exigindo planeamento e reflexos rápidos. Gerir a saúde, as munições e a energia de hacking torna-se parte do desafio, com pontos de salvamento intermédios e um ritmo ágil, mas tolerante, que recompensa a experimentação. O Slater Man PC recompensa a escolha cuidadosa de rotas e a utilização de dispositivos, oferecendo uma narrativa coesa nos seus distritos. O final consolida combate, resolução de puzzles e exploração num confronto decisivo que testa reflexos, estratégia e coragem.

Suicide Speed

DOS 1996
Suicide Speed, lançado em 1996, é um jogo de corridas pouco convencional que conquistou um nicho de seguidores ao longo dos anos devido à sua premissa controversa e mecânicas de jogo únicas. Desenvolvido para a plataforma DOS, este título abraçou um sentido de humor negro, entrelaçando habilmente elementos de corridas de alta velocidade com um comentário subjacente sobre os extremos da procura de emoções competitivas. Os jogadores são lançados para um mundo caótico onde têm de percorrer percursos traiçoeiros enquanto ultrapassam os rivais em veículos que são muitas vezes estranhos e exagerados. O objetivo em Suicide Speed ​​​​não é apenas cruzar a linha de meta em primeiro lugar; em vez disso, convida os jogadores a participarem numa corrida frenética contra o tempo enquanto gerem as consequências da sua condução imprudente. A adrenalina é palpável à medida que os jogadores enfrentam inúmeros obstáculos concebidos para testar os seus reflexos e pensamento estratégico. Um momento de hesitação pode resultar em acidentes catastróficos, amplificando a intensidade da corrida e convidando os jogadores a ultrapassarem os seus limites. A natureza assumidamente exagerada do jogo torna-o numa experiência memorável, oferecendo uma fuga libertadora das convenções de corridas tradicionais. Visualmente, Suicide Speed ​​capitalizou as capacidades gráficas de meados dos anos 90, apresentando pixel art colorido e vibrante que realça a atmosfera surreal. As faixas em si são muitas vezes estranhas, apresentando temas que vão desde paisagens urbanas distópicas a paisagens extravagantes. Estes ambientes não servem apenas como pano de fundo para a ação frenética, mas também incorporam vários elementos interativos que acrescentam camadas de complexidade à jogabilidade. Esta atenção aos detalhes é uma prova do desejo dos programadores de criar uma experiência imersiva que pareça caótica e envolvente. Outro aspeto digno de nota de Suicide Speed ​​é a sua abordagem audaciosa do tema. Embora alguns possam considerar o seu tema irresponsável ou até ofensivo, o jogo convida à discussão sobre até que ponto as pessoas irão para se entusiasmar. Reflete uma fatia da cultura de jogos dos anos 90 que não tinha medo de ultrapassar limites e provocar reflexão. Esta tenacidade em desafiar as normas sociais permitiu ao jogo manter uma posição única nos anais da história dos jogos. Embora o jogo possa não ter alcançado o sucesso mainstream, ocupa certamente um lugar no coração daqueles que apreciam a sua audácia. Os entusiastas elogiam frequentemente o seu humor negro e a sua natureza imprevisível como elementos essenciais que contribuem para o seu fascínio. Num panorama de jogos cada vez mais focado no realismo e na narrativa tradicional, Suicide Speed ​​mantém-se como um lembrete bizarro, mas cativante, de uma época em que os criadores ousaram abraçar o absurdo. Seja pela sua jogabilidade, narrativa ou simplesmente pela sua excentricidade, este título encoraja os jogadores a enfrentar medos e ultrapassar limites numa corrida tentadora até ao fim.
×