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Jogos desenvolvidos por Sentient Software Ltd.

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A Question of Scruples: The Computer Edition

A Question of Scruples: The Computer Edition foi um jogo inovador lançado para o Commodore 64 em 1987. Desenvolvido pela Softsmith Software, este jogo foi uma adaptação digital do popular jogo de tabuleiro A Question of Scruples. Embora o lançamento inicial do jogo de tabuleiro tenha sido em 1985, ele rapidamente ganhou seguidores leais e gerou muito buzz, levando à criação da versão digital. A mecânica do jogo A Question of Scruples gira em torno de dilemas éticos e morais. Os jogadores enfrentam uma variedade de situações complicadas e devem tomar decisões difíceis com base em seus valores e crenças pessoais. A edição para computador elevou o jogo a um nível totalmente novo, oferecendo centenas de cenários diferentes e múltiplos níveis de dificuldade para manter os jogadores envolvidos e desafiados. Uma das características mais impressionantes do jogo foi sua inteligência artificial avançada. Os oponentes do computador em A Question of Scruples foram programados para tomar decisões com base em suas próprias personalidades. Isso tornou o jogo mais realista e adicionou um elemento de imprevisibilidade, tornando-o mais desafiador e emocionante para os jogadores. Os gráficos e o som de A Question of Scruples: The Computer Edition também eram excelentes para a época. Os gráficos coloridos e vibrantes adicionaram um aspecto visualmente atraente ao jogo, enquanto a música e os efeitos sonoros criaram uma experiência envolvente para os jogadores. A atenção aos detalhes no design do jogo realmente elevou a jogabilidade e fez com que ele se destacasse entre outros jogos Commodore 64 da época. Um dos principais atrativos do jogo era a capacidade de ser jogado com vários jogadores. A edição para computador permitia que até seis jogadores participassem de um jogo, tornando-o perfeito para noites de jogos com familiares e amigos. Também oferecia um recurso exclusivo onde os jogadores podiam criar seus próprios cenários para adicionar ao jogo, criando infinitas possibilidades e customização. O sucesso de A Question of Scruples: The Computer Edition levou ao seu lançamento em outras plataformas, como IBM PC, Atari ST e Amiga. Também gerou várias sequências e spin-offs, todos recebendo críticas positivas e consolidando o lugar do jogo na história dos videogames.

Artura

Artura surgiu do ténue brilho dos ecrãs do final dos anos 80, lançado em 1989, uma aventura para DOS que prometia mistério para lá do vulgar labirinto de sprites. Desenvolvido por um pequeno coletivo europeu, o jogo posicionava-se como uma aventura de ação e fantasia, em vez de um simples jogo de plataformas. O jogador guia um andarilho solitário pelo Vale de Jotun, um mundo formado por cidadelas em ruínas, ilhas flutuantes e templos esquecidos. O seu design prioriza a exploração deliberada em vez de reflexos frenéticos, convidando os jogadores a inspecionar cada corredor em busca de pistas. Se procurava uma sensação de perigo temperada pela curiosidade, Artura oferecia um convite compacto e memorável, em vez de uma epopeia extensa. Os controlos dependem da precisão do cursor e dos comandos do teclado, uma combinação que recompensava tanto a paciência como a força bruta. O mapa desdobra-se em salas ligadas por corredores, com portões que requerem chaves ou a resolução de puzzles para serem atravessados. O combate é uma mistura de golpes cronometrados e gestão de recursos, onde cada encontro testa o teu julgamento sobre quando bloquear, esquivar ou usar um golpe especial. Artura recompensa a exploração com artefactos que alteram as suas habilidades, permitindo-lhe alcançar plataformas escondidas, decifrar runas ou ultrapassar barreiras intransponíveis. O salvamento é esporádico, injetando tensão na estrutura da missão sem anular a curiosidade. Os jogadores revisitavam as áreas cuidadosamente, mapeando pontos de pulsação e esconderijos. Artura utiliza uma paleta de cores contida, mas ainda assim impactante pelo contraste, combinando cenários baseados em tiles e sprites de personagens que dão vida a um ambiente hostil. A direção de arte privilegia céus sombrios, muralhas em ruínas e glifos luminosos que brilham quando um segredo está por perto. Nas máquinas compatíveis, o jogo utiliza cores vibrantes definidas pelos modos EGA ou VGA, com o scroll parallax a adicionar profundidade a plataformas distantes. O design de som utiliza o altifalante do PC e, posteriormente, a síntese FM, oferecendo melodias entrecortadas e percussão alerta que pontua secções traiçoeiras. O resultado é um mapa sensorial tão memorável como a história do jogo. Artura utiliza o altifalante do PC e, posteriormente, síntese FM, oferecendo melodias fragmentadas e percussão alerta que pontua secções traiçoeiras. O resultado é um mapa sensorial tão memorável como a história. Artura sobrevive nos sussurros das comunidades retro e dos projetos de preservação, apreciado pelos colecionadores que valorizam a sua construção compacta em detrimento do brilho. O jogo corre melhor em emuladores com um perfil DOSBox estável, onde as peculiaridades de escala e temporização são preservadas em vez de suavizadas. Para quem explora pela primeira vez, a melhor abordagem é mapear os corredores, observar pontos de referência e montar um mapa mental para desbloquear salas mais difíceis. As câmaras escondidas contêm caixas que concedem melhorias temporárias, enquanto os confrontos no final do jogo exigem uma sequência precisa em vez de força bruta. Nos anais dos jogos de aventura DOS dos anos 80, Artura destaca-se como um clássico enxuto e obstinado.

NorthStar

O ano era 1988 e a computação doméstica estava atingindo novos patamares com a introdução do jogo Commodore 64: NorthStar. Desenvolvido pela Mindscape Inc., este jogo de ação e aventura rapidamente ganhou popularidade entre os jogadores de todo o mundo. NorthStar leva os jogadores a uma jornada intergaláctica, onde eles assumem o papel de um explorador espacial encarregado de derrotar uma raça alienígena maligna conhecida como Zorathians. O jogo apresenta uma mistura única de exploração espacial, resolução de quebra-cabeças e combate, tornando-o uma experiência única para jogadores de todas as idades. A narrativa do jogo segue o protagonista, NorthStar, enquanto ele embarca em uma perigosa missão para salvar a galáxia das garras dos Zorathianos. Ao longo do jogo, os jogadores devem navegar por uma série de planetas traiçoeiros, cada um com seu próprio conjunto de desafios e inimigos. Um dos aspectos mais notáveis do NorthStar são os seus gráficos. O jogo apresenta visuais vibrantes e envolventes, graças ao seu motor gráfico avançado para a época. A atenção aos detalhes no design do jogo é incomparável, tornando a experiência de jogo ainda mais agradável. Além do visual deslumbrante, a trilha sonora de NorthStar é outro destaque do jogo. A trilha sonora épica e sobrenatural do jogo contribui para o ambiente geral e aumenta a sensação de aventura e perigo à medida que os jogadores avançam no jogo. A mecânica de jogo do NorthStar também merece destaque. À medida que os jogadores navegam pelos planetas do jogo, eles devem resolver quebra-cabeças, reunir recursos e travar combates intensos com os Zorathianos. Os controles do jogo são intuitivos e responsivos, tornando mais fácil para os jogadores mergulharem no jogo sem se sentirem frustrados. Com sua jogabilidade inovadora, gráficos impressionantes e enredo envolvente, não é surpresa que NorthStar tenha recebido elogios da crítica e continue sendo um dos favoritos dos fãs entre os jogos clássicos do Commodore 64. Sua combinação de ação e aventura, acompanhada por um toque de ficção científica, torna-o um jogo obrigatório para quem procura uma experiência de jogo emocionante e envolvente.

Tai-Pan

Em 1987, foi lançado um jogo para o Commodore 64 que levava os jogadores a uma emocionante aventura pelo mundo do comércio e da pirataria chinesa do século XVIII. Esse jogo foi o Tai-Pan, um RPG estratégico desenvolvido pela Ocean Software. Ambientado no ano de 1841, Tai-Pan coloca os jogadores na pele de um jovem comerciante em ascensão que deve subir na hierarquia e se tornar a figura mais influente no mercado comercial colonial britânico em Hong Kong. À medida que o jogo avança, os jogadores devem navegar pelas águas traiçoeiras da costa chinesa, enfrentando comerciantes rivais, piratas e até forças imperiais chinesas. Mas Tai-Pan é mais do que um jogo de aventura em alto mar. Também investiga o intrincado mundo do comércio e da política chinesa no século XVIII. Os jogadores não devem apenas comprar e vender mercadorias, mas também construir relacionamentos com as diferentes facções do jogo, como os chineses nativos, as forças britânicas e os comerciantes rivais. Um dos aspectos mais inovadores do Tai-Pan é o uso de eventos e figuras históricas reais. O jogo é baseado no romance homônimo de James Clavell e apresenta personagens como o infame pirata Cheng I Sao e o fundador da Companhia das Índias Orientais na vida real, Sir Thomas Stamford Raffles. Esses elementos históricos adicionam uma camada de autenticidade ao jogo e fazem com que pareça mais do que apenas um RPG padrão. A jogabilidade do Tai-Pan também é bastante única. O jogo combina elementos de estratégia, negociação e RPG para criar uma experiência envolvente. Os jogadores devem gerenciar cuidadosamente seus recursos, tomar decisões estratégicas e participar de batalhas táticas para ter sucesso no jogo. O aspecto de mundo aberto do jogo também permite aos jogadores explorar e descobrir tesouros e segredos escondidos. Visualmente, Tai-Pan é impressionante para a época. Os gráficos são detalhados e coloridos, dando vida ao mundo da China do século XVIII. O jogo também apresenta uma trilha sonora dinâmica que aprimora a experiência geral de imersão. Tai-Pan recebeu elogios da crítica após seu lançamento e ainda é considerado um clássico entre os entusiastas do Commodore 64. Sua mistura de história, estratégia e elementos de RPG o diferencia de outros jogos de sua época. O nível de profundidade e complexidade da jogabilidade o torna um jogo obrigatório para os fãs do gênero.
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